Potencial de valorização de 783% em área retroportuária licenciada pela CETESB, localizada estrategicamente na Margem Esquerda do Porto de Santos.
Dados estratégicos que fundamentam o potencial de valorização da área retroportuária no Guarujá
De R$ 300/m² para R$ 2.650/m² com licenciamento CETESB
Necessidade de expansão de áreas retroportuárias no Porto de Santos
Fluxo de veículos para Guarujá dos 20 mil que chegam ao Porto
Movimentação do Porto de Santos em 2025 (+3,6% vs 2024)

O Porto de Santos é o maior porto da América Latina, responsável por 30% de toda a corrente comercial do Brasil. Localizado a apenas 70 km de São Paulo, o porto conecta mais de 600 destinos e movimenta cargas de mais de 200 países.
No entanto, enfrenta um desafio crítico: um déficit de 20% em sua capacidade retroportuária. Essa deficiência limita o crescimento operacional e cria uma oportunidade estratégica.
Guarujá, localizado na Margem Esquerda do Porto de Santos, oferece uma solução estratégica. Enquanto o m² em Santos é significativamente mais caro, Guarujá oferece acesso portuário equivalente com custos muito menores.
Dos 20 mil caminhões que chegam diariamente ao Porto de Santos, 5 mil já vêm para a Margem Esquerda do Guarujá, demonstrando a vocação natural da região para operações logísticas.
A oportunidade não é apenas imobiliária, mas estratégica para a infraestrutura logística do Brasil.
O Porto de Santos movimenta aproximadamente 700 mil contêineres vazios por ano. A gestão eficiente desses equipamentos é o ponto de partida de toda nova carga exportada e representa uma das maiores oportunidades logísticas da retroárea.
Um depot (terminal de vazios) é a infraestrutura especializada que recebe, inspeciona, repara e armazena contêineres vazios até que sejam requisitados para novas operações de exportação. É o elo essencial entre a devolução de um contêiner importado e o carregamento de uma nova carga de exportação.
Sem depots eficientes e bem localizados, toda a cadeia de comércio exterior sofre atrasos, custos adicionais e congestionamento logístico. Estudos indicam que a gestão estratégica de contêineres vazios pode reduzir custos de inventário em até 50% e aumentar o giro de equipamentos em até 60%.
A área está posicionada atrás das glebas principais em frente a Piaçaguera, com acesso direto pela Rodovia Cônego Domênico Rangoni (SP-055/SP-248). Essa localização oferece uma vantagem competitiva decisiva: mesma infraestrutura viária e logística das glebas frontais, com custo de aquisição significativamente menor.
Para operações de depot de contêiner vazio, a frente marítima não é necessária, pois os contêineres são transportados por caminhão. O que importa é a proximidade com os terminais de exportação, acesso rodoviário direto e área plana e ampla para empilhamento — exatamente o que esta retroárea oferece.
Rodovia Cônego Domênico Rangoni (SP-055/SP-248) conecta diretamente aos terminais portuários, eliminando desvios e reduzindo tempo de trânsito.
R$ 300/m² atual contra valores muito superiores nas glebas frontais. Mesma funcionalidade logística com investimento inicial reduzido.
Terreno com características ideais para empilhamento de contêineres, com capacidade para operações de grande escala.
Posição estratégica atrás das glebas principais de Piaçaguera, a minutos dos terminais de exportação da Margem Esquerda.
Vegetação secundária (não primária) facilita o licenciamento CETESB. Histórico limpo do proprietário fortalece o processo.
Reduz o deslocamento de caminhões vazios pelo sistema Anchieta-Imigrantes, beneficiando o meio ambiente e o trânsito regional.
Navio descarrega contêiner no terminal
Contêiner vazio é transportado ao depot (retroárea)
Inspeção, reparo e armazenamento no depot
Exportador solicita contêiner para nova carga
Contêiner retorna ao terminal para embarque
Quanto mais próximo o depot dos terminais, menor o custo e maior a eficiência.
A retroárea em Guarujá está a minutos dos principais terminais de exportação da Margem Esquerda.
700 mil
Contêineres vazios movimentados por ano no Porto de Santos
55+
Terminais marítimos e retroportuários ativos na região
222 mil m²
Maior operador de depot já opera pátios em Santos e Guarujá
Transformação da Mobilidade da Baixada Santista
O túnel substitui a travessia por balsa ou um desvio de 40 km, transformando a mobilidade da Baixada Santista. Reduz significativamente o tempo de deslocamento entre Santos e Guarujá, potencializando o desenvolvimento logístico da Margem Esquerda e facilitando o acesso às áreas retroportuárias.
762m de túnel + 950m de rampas + 4,5km de obras viárias
870m submersos a 21m de profundidade - primeira obra deste tipo no Brasil
R$ 6 bilhões em PPP, com R$ 2,64 bilhões de aporte público já depositados (abril 2026)
Leilão em setembro 2025, obras em andamento, tecnologia de ponta

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Primeira obra submarina deste tipo no Brasil, utilizando tecnologia de ponta desenvolvida na Europa e Ásia.
R$ 6 bilhões em PPP com R$ 2,64 bilhões de aporte público já depositados em abril de 2026.
Reduz 40 km de desvio, transformando a mobilidade da Baixada Santista e potencializando o desenvolvimento logístico.
Imagens aéreas oficiais de 1994 a 2006 comprovam que a área permaneceu limpa de vegetação primária por 12 anos consecutivos, classificando-a como área de vegetação secundária — fator determinante para o licenciamento ambiental junto à CETESB.
Vegetação Secundária Comprovada
12 anos consecutivos (1994-2006) de registros aéreos oficiais sem vegetação primária. Até hoje a área mantém grande percentual limpo.
12
Anos Limpa
5
Registros
0
Veg. Primária

A área do projeto localiza-se no canto inferior esquerdo da imagem, atrás das glebas principais dos terminais de contêineres, em frente a Piaçaguera. Ao fundo, o Porto de Santos e a cidade de Santos. Note a proximidade estratégica com os terminais operacionais e a infraestrutura logística já consolidada.
Imagem aérea oficial de 1994 comprova que a área já se encontrava sem cobertura vegetal primária. O terreno apresenta solo exposto e uso antrópico consolidado, sem presença de vegetação nativa de Mata Atlântica.
A legislação ambiental brasileira diferencia vegetação primária (mata nativa original, nunca desmatada) de vegetação secundária (vegetação que cresceu após intervenção humana). Áreas com vegetação secundária possuem processo de licenciamento significativamente mais ágil junto à CETESB, pois não envolvem supressão de mata nativa.
12 Anos Comprovados
Imagens aéreas oficiais de 1994 a 2006 comprovam que a área permaneceu sem vegetação primária por 12 anos consecutivos, configurando uso antrópico consolidado.
Vegetação Secundária
A classificação como vegetação secundária é respaldada pelo histórico documental, facilitando o licenciamento ambiental junto à CETESB e demais órgãos competentes.
Ainda Limpa Hoje
Até os dias atuais, a área mantém grande percentual limpo de vegetação, reforçando a viabilidade do licenciamento em prazo estimado de 10 a 14 meses.
Projeções do Porto de Santos mostram crescimento exponencial que reforça a necessidade urgente de expansão de áreas retroportuárias
Categoria
Contêineres
2020
5,3M TEU
2040
8,7M TEU
Crescimento
+3,4M TEU
Categoria
Celulose
2020
7,1M ton
2040
10,5M ton
Crescimento
+3,4M ton
Categoria
Grãos Minerais
2020
12M ton
2040
17,2M ton
Crescimento
+5,2M ton
Categoria
Granel Líquido
2020
16M ton
2040
22,4M ton
Crescimento
+6,4M ton
Categoria
Granel Sólido Vegetal
2020
37M ton
2040
95,3M ton
Crescimento
+58,3M ton
Esse crescimento exponencial reforça a necessidade urgente de expansão de áreas retroportuárias. O déficit de 400 hectares não é apenas um número, mas uma oportunidade de investimento em infraestrutura que será essencial para suportar o crescimento do comércio brasileiro nos próximos 20 anos.
Comparação estratégica entre as duas margens do Porto de Santos
| Critério | Santos | Guarujá | Vantagem |
|---|---|---|---|
| Custo do m² | Significativamente maior | Até 70% menor | Guarujá |
| Acesso Portuário | Direto | Direto (via Túnel) | Igual |
| Infraestrutura Logística | Consolidada | Em expansão | Santos |
| Disponibilidade de Área | Limitada (déficit 20%) | Abundante (400 ha necessários) | Guarujá |
| Potencial de Valorização | Estável | +783% (com CETESB) | Guarujá |
| Proximidade do Túnel | Distante | Estratégica | Guarujá |
| Viabilidade Ambiental | Restrita | Vegetação secundária | Guarujá |
| Fluxo de Caminhões | 20 mil/dia | 5 mil/dia (crescente) | Guarujá |
Guarujá oferece melhor relação custo-benefício com potencial de valorização exponencial, enquanto Santos oferece infraestrutura consolidada. A combinação de ambas as margens é estratégica para o Porto de Santos.
Dados oficiais da Autoridade Portuária de Santos e do Ministério de Portos e Aeroportos. O maior ciclo de investimentos da história do Porto de Santos.
Período Anterior
2019-2023
R$ 71.78
milhões
174x
MAIOR
Novo Ciclo PAC
2024-2028
R$ 12.5
bilhões
Maior porto da América Latina em movimentação de contêineres. Único porto brasileiro entre os 100 maiores do mundo (Lloyd's List).
179,8 mi
Toneladas movimentadas (2025)
5,5 mi
TEU movimentados (2025)
37ª posição
Ranking Lloyd's List
+7% a.a.
Crescimento anual (5 anos)
550,8 mil
Recorde mensal TEU (Out/25)
R$ 800 MI
Facilita o transporte entre áreas portuárias e rodovias na margem esquerda do Guarujá. Impacto direto na valorização de retroáreas.
Edital de Projeto
JUN/24
Revisão do Projeto
DEZ/25
Licença Instalação
ABR/26
Início das Obras
MAI/26
R$ 250 MI
Parceria entre Governo Federal, Estado de SP e Ecorodovias. Melhoria de acesso e fluidez logística no complexo portuário.
Autorização SPI
NOV/24
Projeto Básico
DEZ/25
Início das Obras
2S/26
R$ 100 MI
Sistema de gestão e informação de tráfego de embarcações. Aumenta segurança e eficiência no canal do Porto de Santos.
Edital Publicado
3T/25
Análise de Preço
4T/25
Início das Obras
1T/26
Conclusão
1T/28
R$ 27,45 MI
Melhoria de pavimento e solução de drenagem para os problemas de alagamento nos acessos portuários.
Publicação Edital
FEV/25
Assinatura Contrato
MAI/25
Início das Obras
OUT/25
Conclusão
DEZ/26
R$ 30 MI
Digitalização de setores estratégicos com rede 5G privada. Câmeras inteligentes para monitoramento de terminais em tempo real.
Demonstração
NOV/25
Compra Equipamentos
1T/26
Implantação
2T/26
Testes e Operação
3T/26
R$ 97 MI
Resgate histórico e valorização do turismo e vida urbana. Integração porto-cidade com Boulevard Porto-Cidade.
1ª Fase Entregue
3T/24
2ª Fase Entregue
2T/25
3ª Fase Início
3T/25
3ª Fase Entrega
2T/26
Dados atualizados de fontes oficiais, podcasts especializados e relatórios do setor que comprovam o potencial estratégico desta oportunidade.
Ciclo de Investimentos no Complexo Portuário de Santos
R$ 12,6 bilhões
Em infraestrutura portuária, logística e retroportuária no complexo Porto de Santos
"São R$ 12 bilhões de investimentos públicos, o maior investimento da história do Porto de Santos numa janela de quatro a cinco anos."
Anderson Pomini
Presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS)
EXAME Infra Ep. 7, Mar/2025
"Aquele metro quadrado vale ouro para a operação portuária e não faz sentido ter pessoas ainda vivendo em condições de palafita."
Anderson Pomini
Presidente da APS
EXAME Infra Ep. 7, Mar/2025
"Não podemos contar com carga parada nesses terminais, o custo é muito alto."
Anderson Pomini
Presidente da APS, sobre necessidade de retroárea
EXAME Infra Ep. 7, Mar/2025
"Um impacto muito positivo para a região mais pobre de uma cidade rica, que é o Guarujá."
Anderson Pomini
Presidente da APS, sobre modernização do Porto
EXAME Infra Ep. 7, Mar/2025
O Porto de Santos bateu recorde histórico em 2025, com crescimento de 3,6% sobre 2024. São 5.700 embarcações/ano atracando no maior porto da América Latina.
O Porto de Santos registrou lucro recorrente de R$ 938,9 mi em 2025, crescimento de 22,3%. EBITDA de R$ 1 bilhão com margem de 59,1%, demonstrando a solidez do setor.
Estudo aponta que os portos brasileiros podem atingir o limite de capacidade de contêineres até 2030, reforçando a urgência de expansão de áreas retroportuárias como a do Guarujá.
O novo Tecon Santos 10 terá capacidade para +3 milhões de contêineres/ano, aumento de quase 60% na capacidade atual. Início previsto para 2027, demandando massivamente mais retroárea.
Tecnologia de imersão inédita no Brasil. Travessia de 1min30s (vs 1h atual). 5 mil caminhões/dia deixarão de percorrer 45 km. Redução de 70 mil ton CO2/ano. SP aportou R$ 2,64 bi em abril/2026.
A APS está licitando Condomínio Logístico Retroportuário no Saboó, concessão de 25 anos à iniciativa privada. Inclui edifício-garagem. Confirma a demanda crescente por retroáreas.
R$ 12 bi públicos (maior da história) + R$ 10 bi privados em 4-5 anos. Inclui aprofundamento do canal (R$ 6-7 bi), viadutos no Alemoa, Perimetral do Guarujá 2ª fase (R$ 700 mi).
Ferrovia MT-Santos (R$ 15 bi, 743 km), Rumo investindo R$ 6 bi em 2026, e nova ferrovia MS (R$ 2,8 bi). Toda essa carga chegará ao Porto de Santos, demandando mais retroáreas.
Investimento de R$ 6-7 bilhões em 3 fases: derrocagem, aprofundamento para 16m e depois 17m, com manutenção por 30 anos. Navios maiores = mais carga = mais retroárea necessária.
O Ministério dos Transportes anunciou pipeline de R$ 160 bi em rodovias e ferrovias, com 26 leilões nos próximos 2 anos. Investimentos que beneficiam diretamente o acesso ao Porto de Santos.
A segunda fase da Perimetral do Guarujá, incluída no PAC, será licitada para facilitar a logística dos caminhões na região. Acesso direto beneficia retroáreas na margem esquerda.
O Decreto nº 17.417/2026 de Guarujá institui Política Municipal para áreas de expansão portuária, retroportuária e ferroviária, confirmando oficialmente o vetor de crescimento da região.
186,4 mi
Toneladas movimentadas em 2025
Recorde histórico do Porto de Santos
+60%
Capacidade com Tecon 10
+3 mi contêineres/ano
7 mil
Empregos no Guarujá
Somente com o túnel
2030
Limite de capacidade
Urgência na expansão retroportuária
Fontes: Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini (Presidente APS), EXAME Infra Ep. 7, Casa Civil, Ministério dos Portos e Aeroportos, CNN Brasil, Folha de S.Paulo, G1 Santos, Portal BeNews, Prefeitura de Guarujá. Dados coletados entre Fev/2025 e Abr/2026.
Preço Atual
R$ 300/m²
Com Licenciamento CETESB
R$ 2.650/m²
+R$ 2.350/m² (+783%)
Entrada
20% do valor total
Parcelamento
24 vezes (2 anos)
Licenciamento
10-14 meses (CETESB)
Prazo Total
2 anos
Com licenciamento em paralelo
Localização estratégica na Margem Esquerda do Porto de Santos
Acesso portuário equivalente a Santos com custo menor
Proximidade do futuro Túnel Santos-Guarujá
Benefício de desafogo logístico (redução de caminhões)
Déficit de 400 hectares necessários no Porto de Santos
Crescimento projetado de 30+ novos terminais até 2027
Viabilidade ambiental (vegetação secundária, não primária)
Histórico limpo do proprietário com credibilidade estabelecida
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A oportunidade de investimento em retroárea no Guarujá não é apenas sobre valorização imobiliária. É sobre participar da transformação da infraestrutura logística do Brasil, alinhado com o crescimento do Porto de Santos e a modernização da Baixada Santista.
Próximos Passos:
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